Até há pouco tempo, os projectos permitiam a divisão de tarefas a tal ponto que as pessoas não precisavam de trabalhar juntas para que todas as peças se unissem no final. Agora as coisas dificilmente se passam assim. O trabalho de muitas PME está dependente do conhecimento e, como tal, não avança de forma sistemática. Cresce e transfigura-se à medida das colaborações e dos contributos de cada especialista.

Como em tudo, também a formação de uma equipa obedece a requisitos, sobretudo se o objectivo for o sucesso. As principais regras adaptam-se a todos os sectores onde operam as PME:

  • A missão deve estar claramente definida para que todos a compreendam. Isto inclui o conhecimento do objectivo do projecto, da estratégia para o concretizar, dos benefícios a receber se o trabalho for concluído com êxito e das fórmulas a utilizar em caso de conflito entre os elementos do grupo;
  • Todos os membros devem possuir um pensamento positivo. Basta que um dos elementos seja pessimista ou derrotista para que o trabalho corra riscos;
  • A equipa deve ser vedada a pessoas egoístas e oportunistas, que podem pôr em risco o sucesso do trabalho de grupo;
  • Cada elemento deve possuir autoconfiança e auto-estima suficientes para respeitar todos os outros;
  • Os membros devem estar atentos a distrações e falhas na produtividade. Se tal acontecer, o grupo deverá voltar rapidamente ao caminho certo;
  • Cada elemento deve confiar absolutamente na motivação dos outros e não esconder a sua;
  • A equipa deve ser o mais pequena possível, sendo constituída apenas pelos elementos estritamente necessários ao projecto.

É desta estreita colaboração que nascem as vantagens do trabalho de equipa, como:

  • máximo aproveitamento dos talentos de cada um;
  • máxima criatividade ao serviço do projecto;
  • maior motivação nas metas a atingir;
  • descentralização de poder que resulta em maior responsabilização individual;
  • maior rapidez na concretização, logo maior produtividade;
  • possibilidade de trocas enriquecedoras de experiências e papéis;
  • complementaridade de funções;
  • novas abordagens e soluções para velhos problemas;
  • gosto pelas tarefas a concretizar.

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